Na medida certa, com “The Help”

Muito bom ver o reconhecimento da crítica americana para “The Help”, por aqui, “Histórias Cruzadas“. É um filme com um time feminino que causar inveja a qualquer outro produto americano. De cara, temos a excelente Viola Davis, que já havia impressionado em “Dúvida”, interpretando uma empregada doméstica com sonhos, histórias, dramas e, por que não, felicidade. Melhor ainda é acompanhar o time que acompanha essa atriz: Jessica Chastain, como uma das poucas donas de casa com o mínimo de razão, Emma Stone (dá a entender porque ela é queridinha), Bryce Dallas Howard, como a grande tirana, Alisson Janney, como a mãe protetora e sensível e por fim, a magnífica Octavia Spencer. O filme em si possui um drama forte, mas também vários momentos de comédia e grande emoção. Tudo na medida certa. Nada tão extravagante, mas aos poucos “Histórias Cruzadas” foi carimbando os corações dos americanos, e agora pretende conquistar o mundo. Vale a pena, indiscutivelmente, torcer para a vitória,  torcer para a felicidade e a paixão. O cruzamento perfeito.

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O rebelde da época

Ao assistir, pela primeira vez, James Dean em “Juventude Transviada”, veio a minha cabeça como esse ator, polêmico, foi capaz de, sozinho, revolucionar uma época inteira. Dean é a representação da juventude antiga, ou melhor, da transviada, aquela que aos poucos percebia que tinha um poder maior nas mãos. Mesmo que o filme aparenta ser bastante ultrapassado nos dias de hoje, pelo fato das novas gerações, vale a pena acompanhar o trabalho de um dos atores mais enigmáticos e misteriosos de todos os tempos, um ícone de Hollywood, que encanta mulheres e homens no mundo todo.

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Lars em 2011: Pouco melancólico

Lars von Trier, definitivamente, é uma bomba. Seja pelos comentários polêmicos, ou pela personalidade artística forte, o diretor, cultuado por muitos, só agora conquista a massa em geral. Durante sua trajetória cinematográfica, fez clássicos, alguns do Dogma, como “Dogville”, “Ondas do Destino” e “Dançando no Escuro”. Na década passada, porém, arriscou contra a si mesmo com o péssimo “Anticristo”. De qualquer forma, o retorno de Trier às telonas marca sempre expectativas. E seu “Melancolia” é bom, sim. É, na verdade, um filme para seus seguidores, pois mantém a mesma fórmula de direção, fotografia e captura de imagens que tanto diferenciaram sua obra. As excelentes atuações, o roteiro bem polido e a trilha sonora são de arrasar. Pode parecer meio cansativo, mas a trama sobre o fim do mundo consegue segurar as pontas. De melancolia mesmo, é necessário ressaltar que alguns sofrem disso de maneira pacífica, apenas aceitando (Justine). Para outros, a melancolia é tão insuportável que é impossível ficar parado (Claire). Com essas diferenças, vale a pena (qualquer um) ver a nova obra de Lars von Trier, espelhada nas experiências depressivas que quase detonaram com a vida do diretor. Até o próximo!

Quanto tempo para morrer?

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Ponto: Mudar

Me deu uma vontade imensa, em plena madrugada, de retomar o blog com “Ponto de Mutação”. Um filme tão bom que não perde prazo, que discute política e todas as “ogia” e “ia”. Em breve, críticas de “The Help”, “Drive”, “Moneyball” e mais da corrida armamentista para o Oscar. Depois, ”Zelda”. Ai, Zelda!

A busca por respostas!

 

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Os segredos do desespero

Algumas atitudes feitas pelo homem parecem inexplicáveis – desde assassinatos a cenas de verdadeira tragédia e baixaria. Mas, se olharmos um pouco mais fundo – excluindo-se os loucos e psicóticos – os “desesperados” merecem uma atenção melhor. Nesse “Inverno da Alma”, Jennifer Lawrence interpreta uma jovem que precisa procurar seu pai, um X9 especialista em substâncias entorpecentes, para conseguir a propriedade de sua casa, antes que a Justiça penhore o imóvel e deixe a protagonista, seus dois irmãos menores e sua mãe doente no olho da rua. É claro que a história parece um pouco já conhecida: a busca por alguém desaparecido. Mas, nessa trama gelada (literalmente), nem tudo é o que parece. Para conseguir o que grande deseja, ela passará grandes bocados. Nesse independente clássico instatâneo, a frieza para o desespero marca a trama. E nada, nem o eterno amor, pode derrubar o “inverno” que toma conta de nossas almas quando estamos desesperados. Vale tudo.

VALE A PENA? 

Não espere uma trama rápida ou um aprofundamento sobre o tráfico de entorpecentes. “Inverno da Alma” é, antes de tudo, um estudo mais interessante sobre o desespero e as atitudes feitas pela protagonista. As cenas finais, impactantes e que revelam Jennifer Lawrence para o mundo, salvam o filme de se naufragar nesse próprio rio congelado.

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Feliz 2011, com Mario na cabeça

Um Feliz 2011 a todos os visitantes do blog, e de todos os bloguistas de todos os blogs relacionados ao mundo do entretenimento! E para terminar, nada melhor do que enfatizar um dos produtos mais marcantes de 2010: “Super Mario Galaxy 2″, lançado em maio por aqui. Mesmo que o Wii não tenha grande popularidade no Brasil, o jogo é um clássico instatâneo, e reúne tudo aquilo que a Nintendo fez de melhor desde sua inclusão no mercado dos videogames. Impossível escapar da influência do bigodudo!

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A bonita e burra

Difícil não se encantar com a beleza de Mira Sorvino como a “Poderosa Afrodite“, em um filme lançado em 1995 sem muitas esperanças do diretor, Woody Allen. Nessa atuação, a atriz apresenta uma Linda Ash de maneira especial: a personagem é, antes de tudo, presença constante na vida de todos nós cidadãos, representando àquelas bonitas e burras. E nessa comparação com a vida real, veio merecidamente o mérito de Mira Sorvino em interpretar uma das personagens mais engraçadas das obras de Woody Allen – e olhem que o mesmo tem muitas a contar. Vale a pena conferir!

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